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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

# DESTAQUE : A essência do signo de virgem

VÍDEO EM DESTAQUE 00 MrLaville

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O tema dessa temporada tem um dito cujo pessoal também, sou virginiano e concordo com esse vídeo que fala exatamente tudo sobre os mesmos como eu, porém, vale lembrar que existe mapa astral e assim existe outras influências em mim das outras casas do zodíaco em outros planetas, enfim, esse texto fala um pouco sobre o signo solar; meu mapa astral é bem negativo em energias e da terra como elementos ao todo. Assim, possa ser que algumas coisas vocês não irão encontrar em mim no que fala no vídeo, pois vale lembrar que todos tem algo além do signo solar! Então vamos para mais um compartilhamento em destaque! E é uma Youtuber que sempre que me interesso pelo assunto eu confiro, se inscrevam no canal dela para saber mais assuntos sobre signos e mapa astral que a própria faz para as pessoas.

Imagem retirada na internet e reproduzidas no blog!

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MBC NEWS MR LAVILLE 00 ASSINATURA

Matheuslaville – Falecomlaville@live.com

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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

# OPINIÃO : Eu prefiro os seios!

OPINIÃO MBC 00 MrLaville

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Respeitosamente, os seios são os símbolos da feminidade, afinal quem é que não lembra de Madonna com seu icônico sutiã de cone, que até Lady Gaga realçou em clipe e ao vivo usando eles simbolizando uma arma, enfim, os seios são algo que faz parte da mulher, e basta um exemplo, para você concorda comigo, uma mulher tendo câncer nos mesmos o que ela sente mais do que a dor da própria doença? É claro a identidade de mulher, o que faz ela ter aquele poder em todo mundo e é sobre essa parte que me atrair muito nas mulheres que mais uma vez escrevo RESPEITOSAMENTE tentarei falar, sem ser machista! Tentando é claro um equilíbrio!

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O poder da mulher em sua essência foi imortalizado por Madonna usando o icônico sutiã de cone, ela mostrou a força que a mulher, e que a principal diferencia de um homem para uma mulher, tem o seu grande valor, assim, de uma forma destacando, ousando e ainda divulgando a mais bela e feminina área do corpo da mulher, ela já vestiu várias vezes sutiãs de cones que mostra e imortalizar para a história do poder feminino e fazendo assim, uma grande entrada para a história, mostrando algo que precisava ser dito sobre o corpo feminino é que assim só uma mulher mesmo poderia “mastigar” essa informação que muitos homens (e até me incluo) o sentido do poder femininos representados pelos seios, que os homens em sua maioria não entende, apesar de os estrangeiros, assim como eu que sou brasileiro (e parece que o único) que sente-se atraído e maravilhado por ver os mesmos, então assumo eu, um sinal de bom gosto e respeito, e digo que não sou um babaca que ver como um objeto, pois admiro com respeito (mais uma vez falando), e sinto atraído, todavia não como aquelas cenas de pica-pau e o lobo que assobia, e fica todo bobalhão no sentido ruim da frase ao ver um. Lady Gaga esperta como sempre percebeu também esse poder, e foi além, não chegou a ser icônico, pois não ofuscou o brilho de Madonna e sim, usou sutiãs simulando arma, mostrando já mais mastigado do que Madonna que os seios, sim, são os verdadeiros símbolos do poder das mulheres, força e feminidade!

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Então o que foi que eu aprendi malmente com isso (pois é claro que eu não sou “expect” no assunto), eu aprendi que esse é o símbolo maior das mulheres, acho chamativos, belos e assim vejo como uma coisa que diferencia uma mulher de um homem! Afinal, só as mesma para sentir o tamanho de uma dor de ter uma doença tão agressiva que citei no início do texto, para saber o quanto mexe com a mente de uma mulher correr o risco de perder esse grande símbolo de poder, força e materno (pois a mulher assim que gera o filho, o que é a primeira coisa que acontece com os seios?), assim, digo que não é a traseira que é o símbolo das mulheres, e sim os seios, sem colocar maldade nessa citação, e por isso, em minha humilde opinião é o grande diferencial que só uma mulher pode entender o que é; que nem mesmo os transgêneros pode entende mesmo tendo uma mente de mulher, ou como eu leigo posso entender que eles ou elas podem sentirem, mas não ter que é o lado maternal que os seios fornece. E por isso, eu acho que é uma coisa única, e que dificilmente alguém com um corpo de masculino possa entender tamanha complexidade, tanto é que preciso Madonna dar uma mastigada no assunto colocando os cones para chocar e fazer o mundo ficar de boca aberta para finalmente compreender esse poder feminino e essa arma!

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Para terminar esse texto, vou dar minha opinião sincera, e mais longe de argumenta, ou seja, vou falar da minha masculinidade e pessoalidade, assim como eu vejo os cabelos (sem maldade) como um grande forte femininos, que no qual uma mulher, para me conquistar mais fácil tendo, possa até que eu caia se ela tentar me pescar, eu sinto o mesmo ou maior pelos seios, no entanto não sou de exagerar, falando que é lindo uma coisa enorme, chamando atenção, afinal, quem gosta de quantidade ao invés de qualidade é um “homem qualquer” menos é claro a mim! Pois eu gosto de qualidade, pode ser que no cabelo eu possa sentir mais atraído pela quantidade, pois, é uns dos meus prontos fracos, caso uma mulher queira me atrair. Mas com toda sinceridade, nada demais e nem mínimo, ou seja, que tenha natural! Então, na minha opinião quer me conquistar? Então se tem essas duas coisas, saiba que eu estarei atraído, e é um bom caminho andado para conquistar meu coração! Também, sei que tem toda aquela fissura que o homem tem pelo traseiro, mas, digo, isso para mim é simples coisa de pensar mais como um objeto de transar, do que verdadeiramente de ter o prazer nas mínimas coisas de sentir, amar, desejar, esquentar e tudo mais. E é isso que me chama atenção! Espero que todos que ler esse texto entenda minha admiração!

Imagens retiradas da internet e reproduzidas no blog!

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MBC NEWS MR LAVILLE 00 ASSINATURA

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terça-feira, 23 de agosto de 2016

# LINK : A história do mundo amoroso do sexo masculino

LINK ESPECIAL 00 MrLaville

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Sub-Sahariana
Grande parte da história de amor homossexual na África pré-colonial provavelmente foi perdida para sempre. África pré-colonial foi em grande parte composta de culturas não-letradas que não deixaram registros escritos e as potências coloniais não estavam inclinados para documentar práticas que consideravam "bestial"; eles já estavam ocupados suprimir a homossexualidade em casa. No entanto, o conhecimento de alguns exemplos sobreviveram, como a tradição do casamento menino entre os guerreiros Azande e os costumes de sexo gay na corte do Kabaka (rei) do Buganda. Seria um exagero chamá-lo de "amor gay", já que aqueles que não apresentou à penetração - como resultado de ter sido recentemente doutrinados para crenças cristãs - foram decapitados.

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Terras árabes
Da Andaluzia sob os mouros para o Norte de África e no Médio Oriente, culturas árabes abriram espaço para o amor do sexo masculino, mesmo que esse espaço tem sido muitas vezes escondidos por uma cortina de silêncio. As mulheres são muito bem guardada na sociedade árabe e, portanto, indisponível para os relacionamentos ilícitos. Jovens e homens, portanto, têm, tradicionalmente, virou-se para o outro para o amor e alívio sexual. Esse amor se manifesta de muitas maneiras. Em um extremo, que era uma prática religiosa casta, onde os homens santos sufis contemplava a beleza de um menino para se aproximar de Deus. No outro extremo, os poetas libertinos como Abu Nuwas comemorou suas conquistas gays com mais meninos que não querem ou bêbado.

Grécia clássica
A cultura mais civilizada na Antiguidade também desenvolveu uma forma evoluída do amor homossexual. Na Grécia antiga amor entre homens, ou mais precisamente, o amor entre os homens jovens e adolescentes do sexo masculino, foi aproveitada para o bem do Estado e dos amantes. Embora não seja estritamente gay amor como a conhecemos hoje, porque estava fundada sobre a paixão erótica entre dois homens. foi decidido que o jovem foi enriquecido com a amizade de sua amante e que o homem se esforçou para alcançar alturas de realização, na batalha, esportes ou sua profissão, para ser digno de sua amada. Estas parcerias de amantes foram ditas para tornar os homens invencível em batalha. Nesta perspectiva, uma pergunta que todo o alarido é hoje em os EUA sobre soldados gays.

Itália renascentista
A lista de homens italianos dos catorze, quinze e dezesseis centenas de pessoas que são conhecidos por ter tido relações homossexuais lê como um quem é quem de artistas e cientistas: Marsilio Ficino fez com Giovanni Cavalcanti; Leonardo da Vinci fez com Salai (alguns dizem que é por isso que seu retrato foi recusada a honra da nota Euro moderna); Benedetto Varchi fez com Giovanni de 'Pazzi; Michelangelo fez com Cecchino de 'Bracci e escreveu um soneto para celebrá-lo; Papa Júlio III fez isso com o Cardeal Innocenzo Ciocchi Del Monte; Benvenuto Cellini fez com Fernando di Giovanni di Montepulciano, chutou o menino para fora e foi denunciado por sua amante rejeitado; Prospero Farinacci fez com Berardino Rocchi. . . Mas o que é que tudo o que fizeram? Esse foi o negócio da força especial da polícia, o "Gentlemen of the Night", que monitorava genitais rebeldes dos homens em Florença da época. Basta dizer que eles se apaixonaram uns com os outros, intoxicado pela beleza e inspirado pelos ensinamentos recentemente re-descobertas dos antigos.

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Norte da Europa

Embora seja verdade que muitos europeus do norte que estavam gay no coração viajou para a Itália ou África do Norte para satisfazer os seus desejos homossexuais, outros exerciam o seu amor gay em casa. Não sabemos muito sobre a grande maioria que conseguiu acabar com ela. Eles são uma grande massa invisível, como a parte submersa do iceberg. Normalmente, aqueles que conhecemos foram os poucos que vieram para o mal. Entre eles está o grande compositor russo Tchaikovsky, que teve um caso de amor gay impetuoso com seu sobrinho adolescente e depois foi forçado a cometer suicídio quando ele tentou seduzir o filho de um nobre. Outro compositor, Beethoven, também foi profundamente apaixonado por seu sobrinho, que finalmente tentou atirar na própria cabeça para escapar amor obsessivo do tio. A perda do rapaz mergulhou Beethoven em uma depressão profunda que ele não sobreviveu. Seus livros de conversação foram destruídos pelo biógrafo de Beethoven como eles eram muito incriminador. Jules Verne, também teve um contratempo com um sobrinho e uma arma, só que desta vez ele era o alvo do menino perturbado. A natureza de sua relação não é clara, mas o seu amor pelo menino de escola Aristide Briand, mais tarde primeiro-ministro da França, é bem conhecida. E não vamos esquecer o dramaturgo primordial de todos os tempos, William Shakespeare, que teve a coragem eo gênio para escrever cento e vinte e seis sonetos à sua amada juventude, e apenas vinte e cinco à sua amada dama.

Índia
Norte da Índia sob o domínio Mughal era um refúgio de amor gay. Seu ícone tem de ser Mahmud de Ghazni, que amava profundamente seu escravo menino, Ayaz. O amor deles tornou-se um modelo de amor ideal, talvez análoga à de Romeu e Julieta no Ocidente. Em um episódio revelador, Mahmud pede Ayaz ", que é o governante mais poderoso do mundo?" "Eu sou o mais poderoso", Ayaz, o escravo amado responde. O rei confuso pede ao seu jovem escravo para explicar. "Você, Mahmud, são o mais poderoso de todos os reis", diz Ayaz. "Mas desde que eu governar o seu coração, estou ainda mais poderoso." Na sabedoria popular os dois foram disse a ser escravo do outro, Ayaz um escravo em obras e Mahmud um escravo do amor.

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China

O amor entre os homens na China começa com o início da história, com a primeira régua (semi-lendária), o Imperador Amarelo. Os historiadores afirmou que ele foi o primeiro a estabelecer o costume de tomar uma companheira de cama masculino. Muitos, se não a maioria dos imperadores chineses tinham amantes gays. A tradição era conhecido como o Caminho do Cut Sleeve, ou o Caminho do Bitten Peach. A China também se destaca como uma das fontes mais ricas de arte homossexual erótico. Infelizmente, apenas uma pequena fração foi preservada, como a maioria foi destruída no Revolução "Cultural".

Japão
Em um paralelo estranho com a Grécia antiga, o Japão também possuía uma cultura rica e profunda de amor entre os homens. Todos os shoguns tinha amantes masculinos e o costume foi um dos pilares da tradição pedagógica samurai. arte erótica japonesa, sob a forma de shunga gay, é refinado e sofisticado. Embora muito shunga erótica foi destruída durante a era da ocidentalização - inteiras armazéns de impressões shunga eróticas foram queimados pelas forças de ocupação norte-americanas após a Segunda Guerra Mundial - um grande negócio sobreviveu e pode ser encontrada em museus e coleções particulares preciosas de arte erótica. Ele mostra as infinitas maneiras homens podem amar e fazer amor uns com os outros, e é marcado com paixão e humor.

Oceania
Esta terra de inúmeras tribos poderia ostentar um número igual de amor aduaneiro até a recente ocupação pelas potências ocidentais e da destruição forçada de costumes nativos. Entre as tradições perdidas (substituído, presumivelmente, com a televisão e uísque importado) é a tradição que incluiu a homossexualidade universal. O padrão envolvidos rapazes melanésias tendo no sêmen de um homem jovem, muitas vezes um parente, a fim de atingir a masculinidade. Ao chegar a idade adulta, o ex-amado tomaria um amante de seu próprio país, enquanto o mentor do rapaz deixaria o prazer do sexo gay para trás e encontrar-se uma esposa. O costume morreu assim que foi exposta ao escrutínio Ocidental e dogma cristão.

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América pré-colombiana
Os povos maias, entre suas muitas realizações culturais, também desenvolveu uma tradição de amor masculino. Um aspecto nobres envolvidos adquirindo um escravo ou servo para ser o companheiro e companheira de cama de seu filho. Outro aspecto pode ter relações envolvidas entre um chefe mais velho e funcionários mais jovens.

América nativa
Na tradição Dois Espíritos uma criança é reconhecido como diferente em uma idade jovem e trouxe-se nos caminhos do sexo oposto. O costume ainda é honrado entre muitas tribos nativas americanas hoje. Duas espírito pessoas são pensados para ser dotado de poderes especiais e muitas vezes são respeitados como medicina excepcionais pessoas. Nos últimos tempos, cerca de dois espíritos fizeram a transição entre o mundo gay e do mundo tradicionalista.

Disponível em: <http://www.gay-art-history.org/gay-history/gay-customs/homosexual-traditions.html> Visto pela última vez 17/07/2016. Gostou do texto? Veja mais da mesma autora no link.

Minha opinião

A proposta desse compartilhamento que eu li e recomendei nesse texto para vocês, é falar um pouco na visão global da homossexualidade no mundo, nas quais pessoas acham anormais isso, porém, como virmos aqui nesse texto de fonte confiável, é que isso já é normal dês da antiguidade em todas as culturas, seja com uma ressalta ou outra coisa, todavia é normal, em todo mundo esse tipo de amor, relação ou/e simplesmente trocas de prazeres. Enfim, é uma coisa interessante para se mostrada e compartilhada, e até mesmo para você pesquisar mais para saberem que o anormal disso tudo é o preconceito e o que ou/e quem criou ele, afinal das contas, já é velho esse tipo de relação, e novo é o preconceito que apareceu alguns tempos depois por qualquer desculpa esfarrapada. Simplesmente, sou a favor da liberdade, prazer e toda forma de amar!

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sábado, 20 de agosto de 2016

# EXPRESS : O estilo de vida disco music

EXPRESS YOURSELF 00 MrLaville

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Raramente um movimento de dança encaixam tão precisamente dentro de uma década. Disco dos anos setenta nasceu no Dia dos Namorados 1970, quando David Manusco abriu The Loft em Nova York, e rapidamente desapareceu em 1980. Quando o movimento do disco atingiu o pico em 1978-79, o grupo demográfico era predominantemente branco, heterossexual, urbana e de classe média suburbana . Mas não começou dessa forma. Durante os primeiros oito anos, Disco foi um movimento subterrâneo. Em seguida, o filme Saturday Night Fever (Dezembro de 1977) ajudou a transformar a subcultura fervendo em uma moda mainstream, resultante é um aumento de 30 vezes em discotecas.

Que foi para discotecas, e por quê?

Não havia um definitivo disco demográfica. Os anos setenta viram o surgimento do pluralismo de hoje, onde variedade individual de interesses e gostos supera as tendências de massa e modismos. Assim, várias populações diferentes foram atraídos para a cena do disco.

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Uma população foi a geração de baby boomers mais jovens que se sentiram deixados de fora da revolução dos anos sessenta contracultura. Eles eram adolescentes durante os anos sessenta, talvez estudantes universitários, mas foram espectadores assistindo os eventos do lado de fora. Muitos eram melancolicamente inveja das liberdades expansão, que viam os hippies criar, de evolução pessoal e missões para a iluminação, à revolução sexual. Especialmente a revolução sexual.

Como Bruce Pollack recordou em 1979, "Nós tínhamos sido lembrado uma vez demasiado frequentemente que nós simplesmente não estavam com ele. Onde eles tinham cabelos longos e Woodstock, não tínhamos nada para chamar claramente a nossa própria. É necessário um tipo de atividade compartilhada, desprezado por os mais velhos, que iria trazer-nos juntos como um grupo. no disco, temos forjado uma faixa geracional. é ótimo para se sentir especial, afinal. " Para uma população significativa de boomers, os anos setenta foram a sua vez. Com o preço de admissão para uma discoteca, eles poderiam comprar com segurança um gosto das liberdades que eles só tinha visto durante os anos sessenta.

Mas eles adotaram uma estética totalmente diferente da contracultura, porque uma parte importante de se sentir especial é ser diferente - neste caso diferente dos hippies. Um elemento central da nova cena disco foi sofisticação. Isto significava sofisticado e elegante, mas mantendo a ênfase contracultura em tornar-se evoluído pessoalmente. Sofisticação também foi definido por aquilo que não era - não era vida rústico e vestir-se para baixo. Portanto, a liberação sexual foi pioneira nos anos sessenta foi abraçado, mas como uma versão urbana glamourosa.

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Havia outra razão para a mudança na estética (o olhar disco) além da mudança por causa da mudança, e isso envolveu uma segunda população disco: a classe média suburbana e azul classe trabalhadora colarinho. Aqui encontramos a mesma mobilidade ascendente que tem motivado as classes médias durante dois séculos.

Disco era atraente porque sua sofisticação foi um passo para eles, mas dentro do alcance. Todos eles tinham que fazer era vestir-se e pagar a admissão e eles poderiam viver em um mundo futurista elegante para uma noite. E espero que se misturam com as pessoas um passo mais alto na escada social.

Música do disco espelhado esta sofisticação, com orquestras (o Philadelphia Som) com grandes seções de cordas e latão. Muito pelo contrário de pequenas bandas de rock contundente. Intencionalmente oposto.

Assim, para os média e da classe trabalhadora jovens americanos, a possibilidade de tomar um passo em suas vidas era mais atraente do que vestir para baixo. Isso é essencialmente a história de Saturday Night Fever - a classe operária italiana americano que era um funcionário hardware por dia e um rei do disco por noite.

Significativamente, as discotecas também ofereceu um gosto de liberdade e auto-atualização por três outras subculturas durante os anos setenta: Gays, hispânicos e afro-americanos. Depois de décadas de marginalização para cada uma dessas minorias, todos eles encontraram uma casa de apoio nas discotecas.

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1) Gays foram os primeiros, desde o início, quando David Manusco abriu The Loft, seguido de perto pela galeria e do Paradise Garage, tudo em New York City. Após a revolução contra-cultura dos anos sessenta, havia agora uma aceitação relativamente mais amplo de gays na mídia, seguido por algumas liberdades legais em Nova York, em 1971.

2) Em seguida, New York City Latinos, em grande parte de Porto Rico e Cuba, rapidamente se juntou à festa com as suas tradições pares de dança de 1950 Latinizado rock'n'roll balanço. A cultura popular americana tinha principalmente desistido parceiro de dança "toque" em 1960, quando a torção mudou a dinâmica da dança social. Mas dançarinos latino-americanos, em Nova York nunca tinha parado de dançar a parceiro, parcialmente porque tinha sido considerado masculino para os homens latinos para dançar por gerações. Então, para eles, uma parceria pares da dança foi preferido sobre a dança de solo.

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3) Como sobre a música em 1972? Se você fosse transportado de volta para um disco início dos anos setenta que você pode ser surpreendido ao ouvir apenas pop, soul e música Motown dos anos sessenta. Em seguida, um novo som atingiu Nova Iorque em 1973, importado da África - a única alma Makossa por Manu Dibango, que cobrada a cena disco Manhattan com uma nova energia. Foi incrivelmente diferente de qualquer outra coisa no momento - um motivo repetitivo sem linha da melodia, ou uma história nas letras, e com um ritmo de dança constante. Logo este novo som foi preenchido com uma versão maior Philly-estilo orquestral, ritmos funk, e a próxima geração de Motown alma. Combinadas, este tornou-se o som definitivo da era disco, a maior parte das tradições afro-americanas.

Assim, pode-se dizer que a subcultura disco original era uma fusão de (1) a cena da festa urbana gay, (2) uma parceria dança mantido vivo por Latinos, e (3) a música americana Africano. Então uma vez que a bola estava rolando, muitas outras populações de americanos também foram atraídos para Discos, para uma ampla variedade de razões. A partir daí, Disco espalhou-se rapidamente para a Europa e partes da Ásia.

discosceneWParece estranho que mais de um milhão de branco, de classe média em linha reta e americanos suburbanos se reuniram para discotecas, que inicialmente latinos, gay e negros cenas? Não, porque um elemento central da cena da discoteca foi sofisticação. Sofisticação significava que querem ver a si mesmo como evoluiu pessoalmente. A mensagem da década de 1960 revolução contracultura recebeu cobertura da imprensa sem fim, foi propagada em centenas de canções populares, e foi glamourizada em dezenas de filmes. Em 1976 tinha escorreu para a classe trabalhadora. intolerância Rural passou a ser visto como pouco sofisticado, tão duramente retratado no filme Deliverance de 1972. O termo "homofobia" foi cunhado neste momento, por volta de 1970, e foi pejorativo. O colarinho azul de crianças suburbanas e gostava de ver-se como evoluindo além disso. Setenta dançarinos do disco pode ter sido criticada na época por sua busca de prazeres superficiais, mas isso também foi um tempo de tolerância da alteridade - mais do que seria visto nas décadas seguintes.

As novas liberdades foram também expressas na pista de dança. Esta poderia ser a auto-expressão da dança a solo ou os muitos tons da revolução sexual jogado para fora na dança parceiro, vestidos com modas discoteca que muitas vezes enfatizadas sexualidade, e acompanhada por letras abertamente sexuais na música nova ... canções de celebração: Macho men and foxy ladies, love machines and "doing it."

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Como a maioria dos outros modismos, Disco foi também uma forma de ser moderno. Além moderna, era futurista - um elemento importante da cena da discoteca. Tudo era tecnologia de ponta, a partir da última olhada no projeto do clube para todos os novos modas em todos os novos tecidos de poliéster sintético.

Eletrônica, sintetizador, música de dança  entrou na cena disco no final dos anos 70, como a combinação perfeita para sistemas de som tecnologia de ponta com suspensão de matrizes de super-tweeters acima subwoofers de mamute do tamanho de minivans, iluminada com a mais alta tecnologia iluminação, máquinas de nevoeiro, visuais multimídia computadorizados (que era o meu trabalho então), animado neon e multicolor lasers. Para citar Steve D'Acquisto, "Foi como um cruzamento entre o espaço exterior e um grande teatro."

Os dançarinos sentiu que o disco era todo um movimento. Mas essa era a cena disco original, antes de se tornar uma moda passageira. A fase subterrânea durou bastante tempo - oito anos - muito mais do que a segunda fase de dois anos, depois de Saturday Night Fever lançou o Discomania, quando o número de clubes de dança explodiu de 1.500 a 45.000. Mas logo Disco Fever se tornou "moda do ano passado" - a morte certa de qualquer tendência - e em 1980 foi proclamada a ser morto.

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Disco durou apenas uma década, mas iniciou várias tradições que ainda estão conosco hoje, mais notavelmente na dança e música de dança.

1) Enquanto a música rock na década de 1970 estava se tornando um meio de sit-down, com as estrelas no palco sob as luzes e ouvir o público no escuro abaixo, Disco inverteu isso, colocando o público no centro das atenções.

2) A música mudou para apoiar essa inversão figura / fundo. letras de música tornou-se intencionalmente desinteressante, enquanto o ritmo se tornar mais insistentemente condução. Duas décadas mais tarde, essas duas tendências seria refinado ainda mais na cena rave, quando a música minimalista foi dado um ritmo de dança, tornando-se Psy Trance, enquanto a House music continuou a tradição disco diva.

3) Disco trouxe o retorno de dança parceria, após a seca de 1960, quando o Twist and outros passos a solo na maior parte substituídos casal dançando. Como o ex-dançarino do disco Joan Walton expressou: "Na década de 60 contracultura a atitude da mulher foi, você não vai me levar a lugar nenhum, imbecil! Então as pessoas redescobriram que colaborar com um parceiro para fazer um movimento puro acontecer foi divertido!" Portanto, este não era realmente uma nova mudança, mas sim uma correção para os extremos de uma alteração anterior.

Richard Powers

Dicionário de palavras do texto:

Mainstream é um conceito que expressa uma tendência ou moda principal e dominante. A tradução literal de mainstream é "corrente principal" ou "fluxo principal". Em inglês, main significa principal enquanto stream significa um fluxo ou corrente.

Baby Boom é uma definição genérica para crianças nascidas durante uma explosão populacional - Baby Boom em inglês, ou, em uma tradução livre, Explosão de Bebês. Dessa forma, quando definimos uma geração como Baby Boomer é necessário definir a qual Baby Boom, ou explosão populacional estamos nos referindo.

Tweeter é um alto-falante de dimensões que pode variar de 0,5" a 3", usado para reproduzir a faixa de alta frequência (5.000 Hz em diante) do espectro audível, ou seja, os sons mais agudos. Normalmente são feitos na forma de um domo de seda ou metal, como o alumínio.

Subwoofer é um tipo de alto-falante específico para a reprodução de frequências baixas, que são as responsáveis pelos sons mais graves, cobrindo frequências que vão de 20 a 200 Hz.

Obs: Esta coluna compartilha conteúdo de origem de outro site, o texto foi adaptado por mim, traduzido automaticamente, com alguns retoques meus. Gostou do texto? Veja mais textos interessantes no site de origem: https://socialdance.stanford.edu/Syllabi/disco_lifestyle.htm visto pela última vez: 14/07/2016.

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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

# AMERICASIAN : Minha opinião sobre o vídeo clipe “Napal Baji” de Psy

AMERIASIAN 00 MrLaville

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Psy está de volta com seus vídeos ultra bolados, de humor e com música viciante, agora vestido para lá disco, ele vem cantando a música com fortes influências para a discoteca e o tempo da brilhantina, e assim continua fazendo sucesso no Youtube e é sobre esse vídeo engraçado, de boa melodia e chamativo é que eu irei falar!

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Nesse clipe Psy está fazendo até mesmo uma brincadeira sobre o seu sucesso, com a calça boca de sino ele vem todo da época da brilhantina, todo vestido em ritmo de discoteca e de cara está ele com forte espírito dos tempos disco junto com sua tropa no clipe, acorda virado nesse tempo mítico simulando que está tocando algo, daí decidido da vida vai buscar uma roupa para vestir, sendo que ainda tem a figurinha carimbada dos vídeos de Psy que é esse Senhor de idade todo simpático mostrando uma roupa bacana para Psy, e na cena seguinte Psy mostra como se fosse um sonho o seu sucesso com a capa da Forbes anunciando no começo do seu grande sucesso….

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O vídeo clipe continua com Psy vem com as fortes referências da discoteca, como simulando um programa daqueles tempos, também o clipe tem um colorido na medida certa que não faz ser uma poluição visual ou/e ver as cenas com um colorido “enjoativo” ou/e exagerado, tem ainda Psy com a marca misturada de John Travolta e Michael Jackson, pois ele pega na virilha e faz o gesto tão famoso de John no famoso filme dele, depois disso ele entra para coletiva, coloca mão na calçada da fama e com direito a fazer pouse para limpar a mão….

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PSY - 나팔바지(NAPAL BAJI) M⁄V.mp4_snapshot_03.41_[2016.07.10_15.31.11]

Psy já no meio para o fim do vídeo mostra uma simulação dele ganhando o Oscar e totalmente no estilo dele engraçado, descontraído e hilário, no qual ele satirizar a nova vida dele, e até digamos sonhos que ele tem para ser realizados; mostra ele satirizando também a emissora da NBC no famoso programa de entrevista deles, enfim o vídeo mistura uma sátira desses últimos anos de sucesso que a vida dele teve e ainda tem e mostrando algumas influências de Gentleman com ele no meio mais para frente e as outras pessoas no fundo dançando com o mesmo, e o que parece ser no meu entender a mensagem final desse vídeo no qual ele acorda na cama; é que ele sentisse como esse todo sucesso que ele tem é um sonho, entretanto é de se entende, pois ter dois vídeos mais visto no Youtube, realmente é como um grande, belo e bom sonho!

Imagens: Reprodução

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domingo, 14 de agosto de 2016

# DISCOFEVER : Dê isso para mim baby

DISCO FEVER 00 MrLaville

Give It to Me Baby - Rick James

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Olá pessoal maneiro! Vamos sair da “deprê” se esquecer que o país estar como estar, afinal, não pensem nos problemas do país, e sim tente arrasar na vida! Essa música gostosinha, é uma tentação, e para quem não sabe Rick James foi uns dos nomes importante para a música negra dos Estados Unidos, apesar de ser esquecido pelos ‘'malas”, esse homem desafio a MTV por não passar música de negro! Tem até vídeo e tudo! Um dos super nomes da Motown (que apesar de sua morte meio triste dele), criticou os “malas” da MTV de música branca, de rock e de classe alta, e apesar de a emissora ter passado música de Michael Jackson, ainda não tinha abrindo muito para a música afro-americana segundo o documentário “Anos 80: A década que nós criou” (no qual mostra Rick James falando dessa crítica que ele deu). Também David Bowie mais rapidamente a frente criticou a MTV e sua programação só de brancos!; contudo brotos, depois de dar essa introduzida e explicada maneira para vocês entenderem o “porquê” dele ser importante, vamos par a música!

Agora sem ser muito “baba-ovo”, vamos nos entregar nessa música maravilhosa e super dançante. Ouvindo essas batidas, esse som, esse estilo de música, dar para sentir o porquê da cultura afro-americana é tão rica e interessante! O jeito de se vestir, o cabelo mega legal, uma música maneira e esperta, também se falar nessa batida apaixonante, afinal, quem é que não dar um “chaveco” a música disco? É exatamente isso! Rick James nessa pegada disco music, meio funk e soul, mostra para todos a força de uma música esperta, uma batida contagiante, uma coisa que dar uma mega nova sensação, uma sensação de querer arrasar na pista de dança, dançar até a noite virar dia, enfim, resta falar que a música dispensa comentários, pois, música disco é assim como o ritmo de suas batidas deve ser sentida!

Matheuslaville quase proibido…

“Sem banca o moralista, vamos pensar um pouco, a letra da música pode ser de uma pouca moral para uns, porém, isso só mostra um tipo de forma de amar entre um homem e uma mulher, e tudo isso é claro, a música mostra um relacionamento de um homem típico das noites, mas apesar do seu leve duplo sentido, a música não perde o seu valor, doçura e arte, pois é uma música que fala a realidade até mesmo para os tempos de hoje! ”

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Se alguém está apto a brilhar, é eu, BITCH!

Agora vamos arrasar na pista de dança!

Imagem retirada da internet e reproduzida no blog!

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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

# ENTRELINHAS : Nas entrelinhas de ‘eu contra a música’

NAS ENTRELINHAS DO CLIPE 00 MrLaville

Britney Spears - Me Against The Music ft. Madonna.mp4_snapshot_00.00_[2016.07.28_21.44.38]

Você já ficou curioso em saber uma história secreta, subliminar, por trás do vídeo, ou melhor, nas #ENTRELINHAS ? O blog MBC NEWS mostra o que está por trás do vídeo clipe de Britney e com participação de Madonna, tudo que está nas ENTRELINHAS e que vai fazer você rir ou simplesmente ver talvez uma história diferente.
A história da entrelinhas desse clipe passa em torno da Britney entrando na "zonna" para colocar respeito na cidade, acabar com a "zonna" e "pouca vergonha" que acontece lá que é promovido pela dona da zona a "Cafetonna"...
Obs: Tudo isso se passa por uma brincadeira, não levem a sério, respeito tanto Britney Spears quando a Rainha Madonna! Divirtam-se!

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domingo, 7 de agosto de 2016

# DESTAQUE: Conheça algumas pegadinhas épicas de Silvio Santos

VÍDEO EM DESTAQUE 00 MrLaville

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Quem é que não gosta de assistir as pegadinhas, ou melhor, as câmeras escondidas de Silvio Santos? Todo domingo ele faz muitos gargalhar, até mesmo possa irritar quem acha errado falando que as vítimas das pegadinhas sofrem muito, porém, a maioria (como eu) acha engraçado, enfim, vamos sorrir e gargalhas com as épicas pegadinhas de Silvio Santos que eu achei no Youtube! Aperte o play!

Caveira no carro de táxi – Gibe

Reservado Para Baitola – Ivo Holanda

Marido Traído saca Revolver – Gibe

Medico Sem Vergonha

Ônibus Circular – Ivo Holanda (feat.) Gibe

O suicida – Ivo Holanda

Foto: Reprodução

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