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segunda-feira, 13 de março de 2017

# LINK : A história e o comportamento da bissexualidade

LINK ESPECIAL 00 MrLaville

História da bissexualidade humana

bissexua

Para inúmeros estudiosos, a bissexualidade existe desde que o mundo é mundo. Segundo Luiz Carlos Pinto Corino, Bacharel em Direito; acadêmico do curso de História da FURG; pesquisador do GPHA – Grupo de Pesquisa de História Antiga, há indícios da bissexualidade na história antiga. A homossexualidade do homem grego chegou até nós por meio dos antigos romanos, que chamavam o relacionamento entre dois homens de “amor à grega”. De acordo com outro estudioso do ramo, Sir Kenneth Dover, em seu estudo magistrado sobre a homossexualidade grega, chegou a conclusão de que na Grécia Antiga as relações homoeróticas surgiam mediante as necessidades não supridas de relações pessoais como o casamento ou até mesmo entre pais e filhos.


O relacionamento sexual entre dois homens era visto de forma diferente em Esparta e Atenas. Em Esparta, uma sociedade guerreira, os casais de amantes homens eram incentivados como parte do treinamento e da disciplina militar. Essas práticas dariam coesão às tropas. Em Tebas, colônia espartana, existia o Pelotão Sagrado de Tebas, tropa de elite composta unicamente de casais homossexuais. Eram extremamente ferozes, pois lutavam com muita bravura para que nada acontecesse a seus parceiros. Em campo de batalha eram quase imbatíveis. Assim, podemos ver que a homossexualidade dos espartanos em nada influenciava sua condição de homens e guerreiros. (PINTO; CARLOS, 2006 ).


Ainda segundo Luiz Carlos Pinto Corino, a sociedade ateniense aceitava a relação homossexual básica, o relacionamento amoroso de um homem mais velho, chamado de erastes (amante), por um homem mais jovem a quem chamavam eromenos (amado). Sendo que este relacionamento era chamado paiderastia (amor a meninos). A intenção era passar o conhecimento do erastes ao eromenos. E o papel da mulher? As mulheres de lá estavam destinadas a única e exclusiva função de reproduzir. Depois que geravam o filho, não tinham mais seu papel dentro da sociedade. “Após gerar o filho, seu papel dentro da sociedade estava terminado. Essa transmissão cabia ao pai, mas este estava mais preocupado com a política, assim o menino era primeiro educado pelo Estado e depois pelo erastes”. (PINTO; CARLOS, 2006).


A partir desse panorama podemos afirmar que existe de fato uma história a cerca da bissexualidade, história esta iniciada na Grécia Antiga. A sociedade grega era bissexual, mas dentro certos limites.
Já Michel Foucault (1984) importante filósofo e professor francês, não acreditava que a sexualidade era reprimida na Grécia Antiga, segundo ele a sociedade, o sistema da época, ligava o prazer e o poder e ainda para ele, o sexo não foi proibido na Idade Clássica (século XVII).


Para os gregos antigos, o ato sexual era positivo. Já os cristãos o associaram ao mal e passaram a excluir uma série de atitudes, pois viram a queda na infidelidade, no homossexualismo e na não-castidade. Prega-se, a partir daí, a abstenção, a austeridade, o respeito à interdição, de modo que o indivíduo sujeite-se ao preceito cristão em torno do sexo. A homossexualidade era livre na Grécia Antiga e fazia parte dos ritos mantidos por mestres e pupilos em busca da sabedoria. Numa incursão na Idade Antiga, explica-se as práticas de si. Os gregos não tinham instituições para fazer respeitar as interdições sexuais, como a Igreja que surge fundamentada, no século IV, pelo filósofo Santo Agostinho. Eles tinham toda uma técnica de atenção ao corpo, uma dietética voltada para a gestão da saúde, um cuidado de si que influía nas práticas sexuais. Platão se mostra contrário à sujeição do homem ao domínio de Eros (prazer). (FOUCAULT; 1984, p.109)


Baseado na obra de Foucault, diversos pesquisadores discorreram sobre o tema, entre eles Kary Jean Falcão, Pedagogo, Mestrando em Ciência da Linguagem pela Universidade Federal de Rondônia UNIR e Tompereira administrador que mantém um site sobre discursões acerca de diversos temas. Segundo eles, os gregos escolhiam abertamente entre ambos os sexos. O homossexualismo era tolerado, era permitido pela lei e pela opinião. Acreditava-se que o homem não precisava de outra natureza para isso. O homossexualismo tinha o papel na pedagogia, o homem mais vivido era mais sábio, tinha o poder de ensinar. A homossexualidade grega estava relacionada a côrte, a reflexão moral. Foucault, em sua obra que não chegou a ser concluída devido a sua morte, afirmou que na Grécia o sexo não foi realizado só por prazer.


Segundo os gregos as mulheres não sabiam apreciar o belo, não tinha nem direito a assistir as disputas nas arenas. Os atletas disputavam nus para exibir a beleza física. Pois o ideal de excelência era o masculino. Entre os egípcios, gregos e romanos, a história revela casos de homossexualidade, a exemplo dos deuses Oros e Seti, dos filósofos Sócrates e Platão e Alexandre Magno.
Se houvesse maneira de conseguir que um estado ou um exército fosse constituído apenas por amantes e seus amados, estes seriam os melhores governantes da sua cidade, abstendo-se de toda e qualquer desonra. Pois que amante não preferiria ser visto por toda a humanidade a ser visto pelo amado no momento em que abandonasse o seu posto ou pousasse as suas armas. Ou quem abandonaria ou trairia o seu amado no momento de perigo? (PLATÃO 428 A.C - 348 A.C).


Em 1905, através do livro Três Ensaios Sobre a Teoria da Sexualidade, Freud já descrevia a bissexualidade. Para ele era normal, era universal nos seres humanos. “Assim, somos instruídos a afrouxar o vinculo que existe em nossos pensamentos entre a pulsão e o objeto. É provável que, de inicio, a pulsão sexual seja independente de seu objeto, e tampouco deve ela a sua origem aos encantos destes” (FREUD, 1905, p.140).


Em relação a bissexualidade feminina, podemos constatar através das terapeutas americanas Elizabeth Oxley e Claire Lucius que são bissexuais, no artigo Looking Both Ways: Bisexuality and Therapy que muitas mulheres bissexuais são isoladas no que se diz respeito a grupo, muitas se mesclam em grupos gay.


Segundo a reportagem da pesquisadora Stefanie Kranjec, publicado no blog Leituras Favre, Pesquisadores estudaram 79 mulheres não-heterossexuais ao longo de uma década e observaram que as bissexuais mantiveram-se com atração tanto por homens quanto por mulheres durante todo o período. Isso então de uma certa forma comprova que a bissexualidade é uma orientação sexual.
Segundo a jornalista Carina Rabelo, que escreveu uma reportagem sobre bissexualidade para revista Istoé, ao longo dos anos, não faltaram exemplos de personalidades que assumiram gostar de ambos os sexos:
Alexandre o Grande: O rei da Macedônia, conhecido pela sua virilidade e bravura, teria se apaixonado por Hephastion, um amigo de infância com quem manteve uma relação de anos. Mas nunca deixou de se relacionar com mulheres, entre elas a princesa Roxane, da Pérsia.
Frida Kahlo:  Apesar da paixão pelo seu marido, Diego Rivera, e do envolvimento com León Trotsky e o poeta André Breton, a pintora mexicana se relacionou com as atrizes Dolores Del Rio, Maria Felix e Paulette Goddard e a artista plástica Geórgia O’Keeffe.
Simone de Beauvoir:  Na obra O segundo sexo, a escritora fala abertamente da sua bissexualidade e das relações que mantinha com as alunas. Ela defendia os triângulos amorosos e se relacionava com o filósofo Jean-Paul Sartre, com quem compartilhava amantes. (CARINA RABELO, 2008)

Disponível em: < http://doishemum.blogspot.com.br/2010/04/historia-da-bissexualidade-humana.html > Visto pela última vez 04/08/2016.

A bissexualidade e o comportamento sexual do jovem

escala

Quando uma mulher está grávida, a grande pergunta que todos fazemos é em relação ao sexo do bebê. A pergunta de praxe é se vai ser uma menina ou um menino. Ninguém pergunta se o bebê que uma mãe está esperando é heterossexual, homossexual ou bissexual. A única certeza quando uma criança nasce em relação a sua orientação sexual, é que ela é uma “menina” ou um “menino”.

Com o passar dos anos e com a chegada da adolescência, sendo que é nessa fase que os jovens descobrem seu próprio corpo, as dúvidas ou as certezas em relação a sua orientação sexual são afirmadas. É nessa fase que a formação sexual é definida. Para todos nascemos seres polimorfos e, portanto, bissexuais, sendo que a nossa orientação sexual seria determinada na infância devido a fatores ambientais e familiares.

Já para Alfred Kinsey, o zoólogo e cientista considerado “pai da revolução sexual” que ficou famoso no século XX, nas suas pesquisas com a sexualidade, o ser humano pode ter sua opção sexual variada segundo uma escala, à escala Kinsey. Sendo que em um extremo da escala estaria o indiferente sexual e no outro extremo a heterossexualidade exclusiva. Os bissexuais estariam no meio da escala. Abaixo está a escala e suas divisões: (1948, p.639).

Para a sexóloga Kátia Queiroz, “experimentar” a bissexualidade, não significa que a pessoa vai ser bissexual. No período da formação sexual o jovem pode experimentar como curiosidade, como dúvida. Ter uma experiência bissexual ou homossexual, não quer dizer que o jovem tem que ser caracterizado como bi ou como homo. Para a Queiroz, mesmo o ser humano que pratica a bissexualidade, ele terá uma orientação para um lado.
Já para o sociólogo Silvio Benevides, nascemos uma folha em branco, somos bissexuais por natureza. É o processo de socialização que leva a gente optar para o um lado, ou para outro. Benevides também afirmou que os bissexuais sofrem mais preconceito por serem vistos como pessoas que não se decidiram ainda para que lado optar. O grande poeta inglês William Shakespare, apesar de ter sido casado com Anne Hathaway e de ter tido três filhos, sua orientação sexual, sempre foi questionada. Através de sua obra e analisando alguns das centenas de sonetos que Shakespare escreveu, muitos estudiosos acreditam que o grande poeta era bissexual. Esse e um dos poemas de Shakespeare que fala sobre a sexualidade:
Meus dois amores de consolo e de aflição. Como dois anjos me dominam por igual. O anjo do bem é um formosíssimo varão, e uma mulher de cor bem má o anjo do mal. Para levar-me para o inferno mais depressa. Meu feminino mal tira o anjo do meu lado. E só por transformá-lo em diabo se interessa, Solicitando-o com um ardor abominado. Se o anjo se fez demônio, eis ponto alto encoberto: Bem posso desconfiar, porém não asseguro: São amigos, e como eu não os vejo perto, Que um esteja no inferno do outro conjeturo. Sobre isso viverei em dúvida, porém, Até que o anjo do mal expulse o anjo do bem. (SHAKESPEARE, 1609, p.131).

Nos dias atuais com a liberdade de expressão ficou mais fácil o jovem afirmar suas escolhas sexuais. Muitos contam que já tiveram relações bissexuais. Se um garoto que já tenha experimentado o sexo oposto, ou seja, mulher, sentir atração por uma pessoa do mesmo sexo e acaba reprimindo, ficará com aquele desejo reprimido.
Alguns jovens hoje “experimentam” a bissexualidade ou até mesmo a homossexualidade, sem preconceito. Outros como muitos costumam dizer estão seguindo um “modismo”. Quem nunca ouviu falar de alguém que tinha sua orientação sexual bem resolvida, e que acabou ficando com alguém do mesmo sexo só por ter muita gente “experimentando” a bissexualidade.
Sem contar no fato da influência da mídia. Relacionamento que estão a todo o momento sendo mostrados na tevê, sites, despertam a curiosidade dos jovens e o desejo de experimentar. O que não significa que eles podem ser considerados bissexuais. A questão do modismo tem muita a ver com a mídia.
O que falar do beijo cinematográfico que Madonna deu em Britney Spears no Vídeo Music Awards, em 2003. Não há sombra de dúvidas de que mulher com mulher dá audiência. Pode-se até considerar uma epidemia de beijos femininos na mídia. No Brasil, por exemplo, Daniela Mercury e Alinne Rosa trocaram beijos na gravação de um DVD no ano passado. E as francesas Sophie Marceau e Monica Bellucci, nuas e abraçadas na revista Paris Match. São algumas provas do marketing que rende muito, uma forma de chamar atenção e vender. O que acaba influenciando sim os jovens.

Se, como suspeito, a bissexualidade não é somente outra orientação sexual, e sim uma sexualidade que desfaz a orientação sexual como categoria, uma sexualidade que ameaça e questiona a fácil dualidade de hetero e gay [...] e mesmo, através de seus significados biológicos e fisiológicos, as categorias de masculino e feminino, então a busca de significado para a palavra “bissexual” oferece uma lição diferente. Em vez de dar nome a uma minoria invisível, mal percebida, que agora encontra seu lugar ao sol, a categoria “bissexual” passa a estar, como os próprios bissexuais, em todo lugar e em lugar nenhum. Resumindo, não existe um “realmente”. A questão de saber se alguém era “realmente” hetero ou “realmente” gay deixa de reconhecer a natureza da sexualidade, que é fluída, não fixa, ainda que complexa. A descoberta erótica da bissexualidade é o fato de ela revelar que a sexualidade é um processo de crescimento, transformação e surpresa, e não um estado conhecível e estável. (GARBER, 1997, p. 14).
Assumir a homossexualidade, para um jovem é algo muito difícil. Agora imagine assumir que gosta do mesmo sexo, é algo mais complicado ainda. Para a psicóloga Thays Babo, em um artigo publicado em seu site assumir-se bissexual inicia uma discussão que muitas vezes envolve juízos de valor, debates sobre valores morais. Babo afirma que por estarem confusos, eles pensam que ainda não se definiram sexualmente. “Na verdade, o armário bi tem duas portas: uma para homossexualidade, outra para a heterossexualidade, e abrir ambas ao mesmo tempo requer muito mais do que coragem: requer auto-aceitação, auto-entendimento”.
Muitos militantes do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transsexuais), discriminam os bissexuais, em sua maioria, eles são vistos como pessoas que estão em cima do muro.
Em um artigo publicado no site, Antônio Augusto (Militante do Movimento Gay Leões do Norte), afirma que um dos grandes motivos para a falta de representatividade dos bissexuais, na luta contra o preconceito, é a ausência de militantes bissexuais dentro desses grupos. Por ser alvo de chacotas e piadinhas, muitos bissexuais não se assumem sua orientação sexual.
Se um jovem que leva uma vida heterossexual, de repente se sente atraído por uma pessoa do mesmo sexo e permanece com aquele desejo reprimido. Com o passar dos tempos, aquele desejo que estava ali reprimido, ainda permanece. É muito difícil para o jovem ficar com essa dúvida. Todo esse processo é lento, por isso o bissexual muitas vezes passa anos “em cima do muro”. Como também além de sofrer preconceito dos dois lados, sendo a minoria dentro da minoria.

Disponível em: < http://doishemum.blogspot.com.br/2010/04/bissexualidade-e-o-comportamento-sexual.html > . Visto pela última vez 04/08/2016

Minha opinião sobre ambos os textos

A bissexualidade é uma coisa que é pouca comentada, e até mesmo digo nesse blog, e tratarei de falar mais sobre esse assunto; é uma coisa bastante curiosa, e que deve não ter preconceito nenhum em ambas as partes, tanto para os homossexuais quanto para os heterossexuais, pois a bissexualidade existe e é muito mal vista, assim como os textos dizem, pôr as pessoas dos extremos acharem que quem é está em cima do muro. Mas porque as pessoas não ver com o olhar do amor? Afinal, é somente uma forma de amar, e dês da história da humanidade há grandes indícios, pois como está no texto os gregos já tinham algo parecido com a bissexualidade, ou melhor, uma bissexualidade não assumida, quando ficava com mulheres e homens na minha opinião. É claro que para os romanos a diversão de ambos os sexos, ou melhor, de ter relações amorosas com ambos os sexos é mais forte e há mais essa vertente de por diversão; e isso não é muito difícil ver, basta olhar para filmes, séries e documentários que retratam essa época, e por isso é uma coisa curiosa de ter preconceito, afinal, se é dês do início, porque ficar nessa frescura de preconceito? É uma forma de amar como qualquer outra, e assim deve ser respeitada, não motivo de piadas de gays que já são oprimidos e que não se ver no espelho e oprimir com piadinhas os bissexuais. E as pessoas hétero também faz piada, mas ao meu ver aceita mais, pois para eles é certo a parte de “pegar” mulher (caso sendo homem e também mulher), todavia, mesmo assim há piadinhas por eles do tipo: “Você corta pelos dois lados”, e assim, tem inúmeras piadas, achismo e preconceito quando tudo é uma questão de afinidade, ou seja, está com vontade de pegar uma mulher? Porque não? Depois tem desejo por um homem? Porque não experimentar? Por isso na minha opinião, ser bissexual ao meu ver é uma livre e espontânea forma de provar todos os dois gêneros mais conhecidos (o masculino e feminino), sem ter que fica provando só de um, e vejo que possa ser que existem pessoas que estão em cima do muro sim, no entanto acho que são poucos, e por isso sinto que essa “modalidade” deve ser mais respeitada, pois tem o gosto do hétero e por isso os hétero “deveriam” ter menos preconceito, afinal não há muita chance de ser bi e ser afeminado, ou no caso da mulher, ser totalmente másculo… Entende? Em outra partida deveria ser também mais respeitado pelos “homo” pela razão de gosta também do mesmo sexo e assim ser motivo de preconceito também pela sociedade! Então o que há de errado e motivo para ter preconceito?! Simplesmente os dois extremos devem entenderem e respeitarem, nem que seja por saber dos gostos similares dos bissexuais, assim não encarar falando que é coisa que pessoa não decidida, que não tem opinião, gosto, afinal, gays vocês mesmos sabem que é difícil de se entender, de fazer o outro lhe entender; então imagine os bissexuais fazerem serem entendidos pela sociedade, pois é tipo nem um e nem outro. Agora para as pessoas que são heterossexuais fica esse pensamento que na história da humanidade e até mesmo atualmente há certos episódios da vida tantos contrários para os gays quanto de experimentar ou sentir uma pequena atração na adolescência pelo mesmo sexo que acontecem com algumas pessoas ou uma boa parte. Para terminar eu digo isso: respeito, compreensão, amor e paz para todos os gostos e todas as formas de se relacionarem! Afinal para quer brigar quando podemos amar o que queremos, pois, o prazer é tão bom…. Para quer buscar a dor e ódio??!!

MBC NEWS MR LAVILLE 01 ASSINATURA

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